Aluno agride colega após discussão sobre ventilador em sala de aula: 'Sangue para todo lado'

  • 03/04/2025
(Foto: Reprodução)
Aluna de 15 anos ficou com hematomas pelo corpo após ser agredida por um colega de classe, de 16, na Escola Estadual Silvia Jorge Pollastrini, em Itanhaém (SP). A Polícia Civil investiga o caso. Adolescente ficou com hematomas no rosto após ser agredida em uma escola em Itanhaém (SP) Arquivo Pessoal Uma aluna, de 15 anos, foi agredida por outro estudante, de 16, em uma escola estadual em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Conforme apurado pelo g1, o ataque ocorreu após uma discussão sobre o ventilador na sala de aula. A vítima ficou com hematomas no rosto e levou dois pontos no supercílio (veja acima). ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. As agressões ocorreram na Escola Estadual Silvia Jorge Pollastrini, no bairro Praia do Sonho, na terça-feira (1º). De acordo com o boletim de ocorrência, a discussão começou quando o aluno trocou a posição do ventilador e a adolescente reclamou com ele, alegando que o vento ficou direcionado somente para uma fileira de carteiras. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a Polícia Militar foi acionada e conduziu os menores envolvidos, juntamente com os seus responsáveis, até a delegacia da cidade, onde prestaram depoimento. Os estudantes confessaram às autoridades que trocaram xingamentos dentro da sala de aula. No entanto, as versões divergiram em relação ao início das agressões. O adolescente disse que se descontrolou após a colega dar tapas no rosto dele. A jovem, porém, afirmou que foi até a mesa dele para questionar sobre os xingamentos. A Secretaria de Educação de São Paulo (Seduc-SP) afirmou, também por meio de nota, que os responsáveis foram convocados e informados sobre as medidas disciplinares. A pasta acrescentou que os estudantes foram afastados das atividades presenciais. O g1 não conseguiu contato com a família do agressor até a publicação desta matéria. Ferimentos Adolescente levou pontos no rosto após ser agredida em escola em Itanhaém (SP) Arquivo pessoal Ao g1, o pai da adolescente agredida, Alex Pereira Costa, afirmou que viu a menina sangrando ainda na escola. “Minha filha estava bem machucada, sangue para todo lado. O professor dela estava chorando bastante, abraçado com ela”, relembrou o funcionário público aposentado. Ele disse ter levado a filha para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade, onde ela teve o supercílio suturado. “Ela [a médica] disse que daria somente dois pontos e curativo porque corria o risco de a sobrancelha ficar levantada para sempre devido à cicatrização”, explicou Costa. Trauma De acordo com o homem, a adolescente começou a estudar na escola neste ano. Ele afirmou que, após o episódio, pretende tirar a jovem da unidade, pois ela já pediu até para sair da cidade. “[A vítima] tem medo dele [aluno] pegá-la na rua para dar fim em sua vida. Esse canalha gerou um trauma na minha filha, e deixou uma cicatriz no rosto dela para o resto da vida”, lamentou o pai. Problemas na escola O pai da vítima disse ter sido bem recebido pela equipe da direção da escola, mas ressaltou que a unidade sofre com outros problemas além da violência, como furtos e uso de drogas. “Está completamente abandonada”, desabafou ele. SSP-SP e Seduc-SP De acordo com a SSP-SP, o caso foi registrado no 2º Distrito Policial da cidade como lesão corporal, injúria e vias de fato. A Polícia Civil requisitou exame de corpo de delito para a vítima e segue com as investigações. A Seduc-SP afirmou que a equipe gestora da unidade interveio assim que soube da situação. A pasta acrescentou que foi registrado o boletim de ocorrência e o caso foi inserido no aplicativo do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva) para acompanhamento. "Um profissional do programa Psicólogo na Escola foi colocado à disposição da estudante", complementou. Ainda de acordo com a Seduc-SP, a unidade reforçará as ações de mediação entre os estudantes e a equipe escolar. A Diretoria de Ensino de São Vicente repudiou qualquer forma de violência e agressão física, pontuando que segue à disposição para quaisquer esclarecimentos. Violência em escola No mês passado, um estudante, de 16 anos, foi agredido por quatro colegas dentro da sala de aula de um colégio particular em Guarujá, no litoral de São Paulo. Imagens obtidas pelo g1 mostram a vítima levando socos e chutes, enquanto os demais alunos acompanham os atos de violência. Veja abaixo: Estudante é agredido por quatro colegas dentro de sala de aula no litoral de SP VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

FONTE: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2025/04/03/aluno-agride-colega-apos-discussao-sobre-ventilador-em-sala-de-aula-sangue-para-todo-lado.ghtml


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